Crianças autistas e neurodivergentes · Centro de Camaçari
Ninguém vai apressar ele. E ninguém vai deixar ele de fora.
Ele treina na turma da idade dele, com as outras crianças. A gente avalia o apoio que ele precisa e adapta a condução da aula a isso. Quem muda é a aula. Terça e quinta.
Aula experimental gratuita!Um minuto de formulário. Depois disso quem fala com você é o professor.
A mesma graduação das outras crianças da idade dele
Ele entra na turma da idade dele
Aqui não existe turma de autista. Existe a turma Baby e a turma Kids, e seu filho entra na dele pela idade, como qualquer criança. O que a gente avalia antes é o apoio que ele precisa para acompanhar. A condução da aula se ajusta a isso.
Não é generosidade nossa. É o que a gente vê funcionar. A criança aprende olhando as outras, entra na fila com elas e é cobrada como elas, no ritmo dela. Turma separada tira exatamente isso, que é a parte que faz diferença.
Crise no tatame não é indisciplina
Se ele desregular no meio da aula, ninguém vai tratar aquilo como má-criação. Uma crise por sobrecarga não é birra. É uma resposta involuntária a excesso de estímulo, e o que funciona ali é acolher e dar espaço.
Na prática ele sai do tatame, senta, respira e volta quando estiver pronto. Ou não volta naquele dia, e está tudo certo. A aula continua para as outras crianças. Depois a gente conversa com você sobre o que disparou, pra próxima terça ser diferente.
O aperto acalma uns. Incomoda outros.
Jiu-jitsu é agarrar, apoiar peso, ficar perto. Para parte das crianças é justamente isso que acalma, e normalmente a família percebe antes da gente.
Só que existe o contrário, e a gente prefere dizer antes. Criança com sensibilidade ao toque pode achar isso insuportável, e forçar é o jeito mais rápido de perdê-la para sempre. Por isso a aula não começa pelo contato. Começa pelo que ele topar fazer, e o toque entra no ritmo dele, se entrar.
A aula é igual toda terça e toda quinta
Mesmo horário, mesmo tatame, mesma ordem. Chega, senta, aquece, treina a técnica do dia, brinca, encerra. Avisar antes de cada troca de atividade é das coisas mais simples que existem para diminuir a ansiedade de uma criança autista, e não custa nada.
Não tem soco, não tem chute e não tem competição. Ninguém perde na frente dos outros. E se ajudar, dá para ele conhecer o tatame vazio antes, fora do horário de aula, pra já ter visto o lugar quando subir a escada no primeiro dia.
Quem dá a aula
Professor Ricardo Paixão
Faixa-preta de jiu-jitsu, com experiência em ensino infantil, trabalho com crianças neurodivergentes e atuação em turmas infantis e adultas.
O tatame por dentro
O lugar exato onde ele vai treinar. Se preferir conhecer pessoalmente antes, dá para marcar fora do horário de aula.




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O que os pais dizem
Avaliações na ficha do Google da escola.
“Local de excelência, sensei Ricardo um profissional de tirar o chapéu, te ensina do 0 e com total paciência, eu e minha filha estamos muito agradecido, e a turma nem se fala é uma verdadeira família. Oss”
Jadson Ricardo“Eu e minha filha somos alunos de Ricardo na raiz jiu-jítsu centro e com certeza tem sido uma experiência fantástica essa nossa trajetória, muito satisfeito com trabalho feito!”
Igor Mendes“Um excelente CT, professor Ricardo atencioso e dedicado com os alunos!! Super recomendo, melhor CT de Jiu Jitsu de Camaçari. Referência 🥰”
Gleicy Kelle“Venho evoluindo a cada treino, o professor muito bom e nos ajuda e melhorar sempre, e venho alcançando meus objetivos”
Denilton MartinsO que todo mundo pergunta antes
E se ele desregular no meio da aula?
Ele sai do tatame, fica num canto e volta quando quiser. Ou não volta naquele dia. Ninguém vai chamar a atenção dele nem te pedir para levá-lo embora. Depois a gente conversa sobre o que disparou.
Vocês têm uma turma só para crianças autistas?
Não, e é de propósito. Ele treina na turma da idade dele. O que muda é a condução da aula, conforme o apoio que ele precisa.
Ele não gosta que encostem nele. Jiu-jitsu não é tudo contato?
É, e por isso pode não servir para ele. A gente não começa pelo contato: começa pelo que ele aceitar, e o toque só entra se e quando ele deixar. Se ficar claro que não é para ele, a gente te diz.
Ele fala pouco. Como o professor vai passar a aula pra ele?
Mostrando. A aula é imitação e repetição de movimento, não explicação falada. Na conversa antes você diz como ele se comunica e o que funciona para chamar a atenção dele.
Preciso levar laudo?
Não. Ninguém vai te pedir documento para deixar seu filho treinar. O que ajuda é você contar o que a gente precisa saber.
Ele é nível 2 de suporte. Vocês aceitam?
A conversa antes existe pra isso. Entender o apoio que ele precisa e dizer com honestidade se a gente consegue dar esse apoio dentro de uma turma. Se em algum ponto a resposta for não, você ouve isso na conversa, não depois de matricular.
Posso ficar assistindo? Posso entrar no tatame com ele?
Assistir, pode. Entrar no tatame junto nas primeiras aulas é coisa que o professor combina com você. Para algumas crianças ajuda, para outras atrapalha na hora de soltar.
Isso vai substituir as terapias dele?
Não. A gente ensina jiu-jitsu. Não trata, não avalia e não é terapia. Se ele melhorar em outras coisas, ótimo, mas não é isso que estamos vendendo.
E se não der certo na primeira aula?
Primeira aula ruim é comum e não significa nada. Se ele só olhar da beirada e não subir no tatame, a aula valeu. A gente combina o que tentar diferente na próxima.
Onde fica
Estamos na Av. 28 de Setembro, nº 400, Alto da Cruz, Camaçari/BA, CEP 42807-000. É o Rios Combat Center, 2º andar, em cima do Sicoob, em frente ao laboratório Pesquisa e à Igreja Assembleia de Deus.
Comece pela conversa, não pela aula.
Conte como seu filho funciona e, antes de sair de casa, você já sabe em qual turma ele entra e como vai ser a primeira aula.